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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Candidata desiste de reality show da Record por causa do sábado

Comandado pela ex-modelo Ana Hickmann, o programa “Tudo É Possível” estreou um reality show neste domingo cuja maior novidade anunciada pela Record era o fato de se passar dentro da casa da própria apresentadora.

As dez mulheres confinadas numa mansão de Hickmann em Itu vão disputar uma série de provas com o objetivo de escolher uma delas para ser repórter do programa.

A novidade do quadro acabou sendo outra. Uma das candidatas selecionadas, Wasthí de Castro, de 25 anos, foi levada a desistir depois de dois dias de confinamento. Adventista do Sétimo Dia, ela se disse impedida de participar de uma festa na sexta-feira à noite e de competir numa prova realizada no sábado.

“Eu guardo o sábado”, explicou. “Sexta à noite eu considero sábado já. Faço atividades diferentes. E festa não é o tipo de atividade que eu faço nesse dia”, explicou.

“Respeito totalmente a sua fé”, disse a apresentadora. “Mas aqui no reality fica um pouco complicada esta situação. Quando você topou participar já sabia que aqui vocês iam literalmente sair da rotina. Você sabia disso?”

Chorando, Wasthi respondeu: “As informações eram poucas. Eu não podia correr o risco de deixar de tentar…” Antes, ao ser apresentada ao público, ela havia dito: “Eu sou capaz de fazer tudo menos passar por cima dos meus princípios, que são mais fortes do que qualquer outra coisa.” Ana abraçou a candidata, disse que aceitava a desistência e elogiou as suas convicções.

Trata-se, enfim, de um caso inédito e delicado, ainda mais por ocorrer numa emissora que pertence a um grupo religioso, a Igreja Universal do Reino de Deus, cujos pastores ocupam o horário da madrugada para fazer proselitismo da própria fé. (Fonte UOL)

domingo, 3 de julho de 2011

Ser Feliz ou Ter Razão?

Oito da noite, numa avenida movimentada.
O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair.
Ele conduz o carro.
Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Ele tem certeza de que é à direita...
Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz
o retorno.
Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.
Ele questiona: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, por que não insistiu um pouco mais?
Ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz!!! Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!

MORAL DA HISTÓRIA:

Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: 'Quero ser feliz ou ter razão?'

Outro pensamento parecido, diz o seguinte:
'Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam'.

Passe este e-mail aos seus amigos, para ver se o mundo melhora... Eu já decidi...
EU QUERO SER FELIZ e você?